Breaking News

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Roseana completa um ano de governo sem obras, diz oposição

Política - Em pronunciamento feito na tribuna, na manhã desta terça-feira (13), o líder da Oposição na Assembleia Legislativa, deputado Edivaldo Holanda (PTC), declarou que a governadora Roseana Sarney (PMDB) não conseguiu até agora iniciar um programa de governo, ficando restrita à utilização de maciças propagandas sobre obras iniciadas nos governos de José Reinaldo e Jackson Lago.

Edivaldo Holanda disse que, depois de retornar ao Palácio dos Leões, em decorrência da cassação do mandato do governador Jackson Lago, a governadora Roseana Sarney completa um ano de investida no cargo, nesta semana, mas sem ter o que comemorar. “Já estão se completando 365 dias do governo empossado pelo TSE. São 365 dias de inaptidão, de inapetência e de falta de administração em nosso Estado”, lamentou o deputado oposicionista.

Ele observou que apesar do anúncio da construção de dezenas de hospitais, não há nenhuma obra concluída. “Não aconteceu nada até agora. O governo vai completando um ano, sem absolutamente nada. E o mais grave: trata-se de uma administração que está envolvida em sombras e em incertezas. E é cada vez mais lamentável a situação que o maranhense vive”, frisou o parlamentar.

Para ele, todo governo, com um ano de trabalho, normalmente traça uma programação de inaugurações, o que não é o caso do governo atual. “Aqui e acolá o governo inaugura obras do governo Jackson Lago. Agora mesmo, em Imperatriz, foram inauguradas obras importantes, construídas pelo governador legítimo do Maranhão, Jackson Lago: a Ponte, a Rodoviária, o Estádio de Futebol e o asfaltamento de vias da cidade”, salientou.

Chamando a atenção para mazelas que estão acontecendo em todas as regiões do Estado, Edivaldo Holanda relatou que, no último final de semana, esteve na cidade de Bacabal, onde participou de um Congresso das Igrejas Batistas de toda a Região dos Cocais, e lá pôde constatar a situação dramática na área da saúde.

Ele citou o caso de dois pastores evangélicos que sofreram um acidente de trânsito e tiveram de passar a noite no principal hospital da cidade, que não possui anestesia, nem medicamento nem sequer um aparelho para fazer radiografia. “E isto aconteceu no principal hospital de uma das maiores e mais importantes cidades deste Estado. Os dois pastores passaram a noite com o rosto costurado sem anestesia e sem medicamento”, afirmou o deputado na tribuna.

O líder oposicionista disse que somente na manhã do dia seguinte, ou seja, no sábado passado, percebeu a gravidade do episódio, e tentou procurar algum meio de efetivamente prestar socorro aos dois pastores. Mas não havia uma única clínica aberta para atender aos doentes naquela cidade. O Socorrão está fechado para reforma e o Hospital Geral do município não possui condições de prestar assistência médica à população.

Edivaldo Holanda questionou o destino dado aos R$ 500 milhões anunciados no ano passado pelo então secretário de Saúde, Ricardo Murad, para aplicar em estrutura de hospitais. Da mesma forma, expirou o prazo de 10 meses que seriam utilizados para a construção de 65 hospitais.

O líder oposicionista lembrou que Ricardo Murad chegou a fazer convite aos deputados para que fossem visitar uma das obras da governadora Roseana, que na verdade são duas estações de tratamento de esgotos construídas pelo então governador José Reinaldo Tavares.

“Em cada uma delas foram gastos R$ 6 milhões. Foram as obras que Ricardo Murad anunciou aqui ao chegar, falando em nome da governadora. Seriam as primeiras obras inauguradas em São Luís pela governadora, e agora se sabe que simplesmente o que há naquela obra são fezes. A estação de tratamento estourou toda e com isso foram R$ 6 milhões estourados. Então essas são as obras do atual governo”, enfatizou o líder da Oposição. (Da Agência Assembleia).

2 comentários:

Anônimo disse...

O FIASCO.
IMPERATRIZ,ABENÇOADA POR DEUS, MAS NUNCA INGÊNUA POR NATUREZA.

Presenciou-se o maior golpe de mestre numa coletividade com a inauguração do nosso estádio municipal concebido por obra e graça do governador cassado Jackson Lago. Diria o homem simples da roça: “passarinho faz o ninho e pardal bota o ovo”.
Tomado de vontade política, Doutor Jackson , planejou, preparou e a governadora vem e faz a festa. É de se indagar: como no caso da ponte. Será que a atual governadora teria a mesma vontade política e arrancar do zero para doar a municipalidade um estádio da magnitude do agora reinaugurado Frei Epifânio D’Abadia?
Desconsidere que de quebra já surrupiaram a origem do nosso querido frei. De Frei Epifânio D’Abadia, agora o religioso consta no estádio sem sua origem. Somente Estádio Frei Epifãnio. Mas isto não é nada. Chega ser hilariante se não fosse constrangedor a festa de inauguração realizada com um amistoso entre um combinado local contra uma equipe da categoria inferior ou sub-reservas do tradicional time Uruguaio, Penarol.
O ato festivo expôs a desorganização de um governo loteado entre falanges de interesses. Os responsáveis pela festa determinaram que o ingresso para o jogo inaugural fosse trocado por alimentos o que deixou margem à atuação de especuladores.
E não é que os cambistas fizeram a festa? O que era para ser um evento de grande repercussão positiva resultou numa mega atrapalhada dignas dos grandes pastelões. Depois de muitas idas e vindas, de muitas improvisações, a multidão compareceu para assistir o que seria o espetáculo da década. E o que assistimos? Um jogo medíocre do nosso combinado local contra uma equipe improvisada representada pelos reservas e jogadores das categorias inferiores do tradicional time da República Oriental do Uruguaio tendo em vista que a equipe principal está disputando arrenhidamente o campeonato nacional daquele país platino.
Sinceramente, é brincar com a nossa santa ingenuidade. Por que não brindaram nossos torcedores pelo menos com um time misto do Flamengo, Vasco, Botafogo, Fluminense ou uma equipe média do ranking nacional? Por que o Penarol? Qual afinidade tem o nosso desportista com um clube tão desconhecido?
Há que se indagar ainda: Quem o contratou? Por quanto? Considere-se que sendo uma transação internacional há implicações de ordem cambial que perpassam pelo Banco Central. Sabemos que o pagamento de produtos e serviços internacionais não se faz com uma mera transferência bancária. É algo muito burocrático. É de deixar a pulga atrás da orelha.
Decisões tocadas à porta fechadas, com pouca ou nenhuma luminosidade, por uma meia dúzia de pessoas só poderia gerar uma grande atrapalhada desta. Tudo leva crer que pelo histórico dos organizadores há muito mais a esclarecer.
Para reflexão: Penarol. Uruguai – Paraíso fiscal - Pode ter muita maracutaia embutida neste balaio de boas intenções. Se enfiar a mão dá chabu. Com a palavra o MPE .

PS. Peço-lhe, se tiver coragem, publicar meu comentário no próprio blog, sem ser apenas no local destinado aos comentários.
Grato,
“IMPERATRIZENSE REBELDE”.

Anônimo disse...

Eu acho muito coerente da parte dela, já que já foi investido certa verba no innício das obras, abandoná-las ao acaso por picuinha política é que seria vergonhoso.

Luiza Pacheco

Designed By