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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Jornalista denuncia suposta perseguição do governo Roseana

Saúde - Minha mãe acaba de ser internada em estado delicado na Santa Casa. Hoje foi um dia de cão.

Desde ontem à tarde que dona Conceição não respirava bem e lhe faltava todos os movimentos musculares. Consequência do Mal de Alzheimer, que lhe agride a vida há uns cinco anos.

Uma doença miserável, uma luta desigual. Para que se tenha idéia, em menos de 90 dias emagreceu mais de 30 quilos. E definha cada vez mais. Um processo sem reversão, como constatou a medicina.

Desde ontem, no período da tarde, percebi que era preciso interná-la. Um grande amigo conseguiu um leito no Hospital Geral.

Por volta das 18h, recebi um telefonema de importante assessor da Secretaria de Saúde confirmando a vaga no Geral. E que poderia levar dona Conceição direto para ser internada às 10h de hoje. O diretor do hospital, Amarildo Monteiro já sabia de tudo.

Fui primeiro, deixando dona Conceição aos cuidados de duas empregadas e de meus filhos. A internação teria que ser urgente.

Ao chegar no Geral, fui logo anunciado ao diretor Amarildo Monteiro, jovem médico. Tive que esperar por duas horas e ouvir do diretor que não tinha leitos. E mais: que levasse minha mãe ao Socorrão, assim: friamente.

Saí de lá desesperado, mas sempre indagando: por que a longa espera para avisar que não havia leito? Se ontem estava garantido, qual a razão da negativa hoje? Leia a íntegra do artigo no blog do Luis Cardoso.

2 comentários:

Angela disse...

Não acho que seja perseguição. Posso contar-lhes inúmeros casos de gente que foi a hospital com leito garantido e voltou de mãos abanando. Infelizmente, é um problema que não escolhe A ou B, tá encravado no sistema de sáude do estado há várias gestões.

ANGELA disse...

eita!!! PUXA SACO!!!!

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