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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Morador de rua é assassinado a golpes de faca no setor rodoviário

Caso de Policia - Estão virando rotina homicídios e tentativas de homicídios contra moradores de rua em Imperatriz. E o que chama a atenção é que os crimes estão sendo cometidos entre eles próprios.

Na madrugada de ontem, mais um assassinato tendo morador de rua como vítima foi perpetrado em Imperatriz, fato ocorrido por volta de quatro horas, no setor rodoviário.

A vítima, cujo corpo se encontra no Instituto Médico Legal (IML), foi identificada apenas pelo apelido de "Cabeção" e o mais provável é que não tenha família na cidade.

Com a morte de "Cabeção", já chega a quatro o número de moradores de rua assassinados em Imperatriz este ano, além de dois que foram esfaqueados e que sobreviveram, sendo, portanto, vítimas de tentativa de homicídio.

Em outubro, foi morto Francisco Evangelista da Silva, o "Chiquinho da Farra Velha", que foi assassinado a golpes de faca quando dormia em um local no Mercadinho. Esse foi o único cuja família apareceu e foi até o Instituto Médico Legal (IML) para liberar o corpo, que foi velado e sepultado dignamente.

Ainda em outubro, outros dois moradores de rua foram esfaqueados por uma mulher, também moradora de rua, identificada por Lorrane Cohencha Spínola Moreira, conhecida por "Jubileu", de 23 anos, que foi presa e autuada em flagrante delito e se encontra na Central de Custódia de Presos de Justiça. "Jubileu" é a única pessoa presa e autuada em flagrante delito acusada de crimes contra moradores de rua, como ela. Nos demais crimes, inclusive o de ontem, ninguém foi preso até agora.

A pessoa acusada de ter matado "Cabeção" foi identificada apenas por Sirley, também morador de rua, que se encontra foragido. Por esse crime, foi presa Suelen Rocha da Silva, moradora de rua que é acusada de ter levado Sirley para o local onde "Cabeção" se encontrava dormindo.

Também no mês de outubro, um morador de rua, sob efeito de droga, subiu em um poste, deitou sobre os fios de alta tensão e morreu eletrocutado.

Ele foi sepultado como indigente, haja vista que não apareceu nenhum familiar para reclamar o corpo. Isso reforça a hipótese da polícia de que esses moradores de rua que foram mortos não sejam da cidade. (O Progresso).

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