Breaking News

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Ex-prefeito Salvador Rodrigues vai a júri

Imperatriz - O ex-prefeito de Imperatriz Salvador Rodrigues de Almeida, acusado de envolvimento no assassinato do prefeito Renato Cortez Moreira, fato ocorrido em outubro de 1993, será o primeiro réu incluído na pauta de julgamentos do 2º Mutirão do Tribunal do Júri Popular, definida pela juíza da 5ª Vara Criminal da Comarca de Imperatriz, Samira Barros Heluy. Os trabalhos serão realizados de 30 de novembro a 4 de dezembro.

Salvador Rodrigues de Almeida foi apontado como um dos mandantes do assassinato de Renato Cortez Moreira. O crime foi praticado por um pistoleiro por volta das 6h do dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Municipal Bom Jesus, a poucos metros de sua casa. Várias pessoas foram presas pelo crime, dentre elas o então vice-prefeito Salvador Rodrigues, que, com a morte do prefeito, assumiu o cargo.

O acusado responde ao processo 126/1993, pela incidência penal tipificada no artigo 121, parágrafo 2º, combinado com o artigo 29, do Código Penal Brasileiro. A sessão de julgamento de Salvador Rodrigues, que responde pela acusação em liberdade, acontecerá no auditório da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), localizada na Rua Urbano Santos, no centro da cidade.

Estão incluídos na pauta do 2º Mutirão 34 processos, e haverá, também, reuniões do Tribunal do Júri nos municípios de Davinópolis, São Pedro d’Água Branca e Governador Edison Lobão.

Sexta etapa - A juíza Samira Barros Heluy definiu, também, a pauta da 6ª Reunião Ordinária do Tribunal do Júri Popular de Imperatriz relativa a 2009. Os julgamentos, em número de seis, começam dia 10 de novembro e se estenderão até o dia 20. Entre os réus desta pauta, está Charles Rosal de Oliveira, acusado de envolvimento no assassinato do próprio filho, Kevin Fernandes Rosal Sousa.

Esse foi um dos crimes de grande repercussão em Imperatriz, que teve, também, o envolvimento da namorada de Charles Rosal, que foi a autora do crime, degolando a criança. Charles Rosal já foi julgado em outra oportunidade, quando foi condenado a 16 anos, mas obteve o direito de aguardar o recurso em liberdade.

Os seus advogados recorreram e conseguiram a anulação do julgamento. Quanto à autora do crime, já foi julgada e cumpre pena em regime semi-aberto.

Um comentário:

imperatriz Maranhão do sul disse...

A justiça de Deus nonca falha, e a dos homens as vezes tarda mais uma hora ela é cumprida e o reú vai pra tráz das grades.

Designed By